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Blog da Professora Terezinha
Graduada em Pedagogia. Pós-Graduada em Educação Pré-Escolar. Pós-Graduada em Administração Escolar. Atualmente Coordenadora Pedagógica da Educação Infantil e Ensino Fundamental I no Colégio Nossa Senhora de Lourdes, em Lavras - MG.
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terça-feira, 1 de abril de 2008

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O medo de perder o amor dos filhos

Uma leitora escreveu contando sobre uma questão que nos permite fazer uma reflexão importante a respeito das novas relações entre pais e filhos.
Pois a mensagem de nossa leitora nos traz a grande novidade das últimas décadas: agora, são os pais que têm medo de perder o amor dos filhos.
Esse receio da parte dos pais tem atrapalhado bastante a educação familiar. Mesmo sem perceber, muitos pais evitam contrariar os filhos – e quem educa sabe que isso é muito comum - não suportam ver a frustração que muitas vezes eles precisam enfrentar, fazem qualquer coisa para não ver o filho de cara feia etc. Podemos pensar que eles fazem tudo isso só para ver o filho feliz, mas o fato é que, numa cultura de relações afetivas muito frágeis, os pais querem garantir o amor dos filhos.
Mas podemos considerar que esse amor poderá vir mais tarde, na forma de reconhecimento, por exemplo, quando os filhos crescem, amadurecem e percebem que tiveram uma boa formação, não é verdade?
O impedimento temporário de algo que seu filho deseja causa sofrimento, é claro, mas nada que não possa ser superado. A reação imediata da criança, principalmente a pequena, é a de mostrar aos pais que ela não gostou do que ocorreu. Ótimo! Não queremos que eles reconheçam e saibam expressar suas emoções?
Mas isso passa logo, desde que os pais saibam que estão fazendo, no momento, o que é melhor para eles e o que é possível. Essa segurança dos pais é o norte das emoções dos filhos.
Uma psicanalista francesa, Françoise Dolto, disse algo que considero valioso: qualquer situação que a criança vive, por mais traumática que seja, pode ser transformada em aprendizado que leva ao crescimento, e para realizar isso ela depende dos adultos.
Recado pessoal a essa mãe: coragem! Sua filha pode demonstrar no momento que está aborrecido com você, mas isso passa. Ela precisa sentir que pode manifestar as emoções conflituosas que experimenta sem destruir você.
Rosely Sayão

1 comentários:

Eliane Q. Oliveira disse...

Achei pertinente o conteúdo do texto, pois conduz a uma reflexão sobre as atitudes dos pais diante dos desafios de educar os filhos. Amá-los também inclui atribuir-lhes disciplina e bom senso. Assim, estaremos no caminho do bem.